O meu lema é preservar a tradição, inovar e sobretudo «trazê-la connosco». E, sobretudo, não esquecermos quem quer que este comércio/Arte continue a existir. Negociar e a arte de negociar tem de ser mantida. No dia 20 de julho de 2026 estive na Portugal Jewels, do Chiado, em Lisboa. Fui atendida com simpatia. Pretendia comprar os dois colares expostos na montra (SNAA0036A, prata 925), com pendentes: um coração e uma caixa oval. Solicitei que um dos colares, com uma tonalidade diferente, fosse substituído. Fui informada que não podiam fazê-lo. Tinha de adquirir os pendentes com os colares que estavam expostos e comprar em separado outro colar!!! Agradeci e não comprei. Não entendi, a justificação. Nesse mesmo dia fui à loja da Rua do Ouro mas não tinham os colares que queria adquirir, fui atendida com simpatia. No dia 23 de julho de 2026 voltei à loja do Chiado. Fui reconhecida pela vossa colaboradora que se lembrava do facto de eu ter gostado tanto dos dois colares e da minha insistência para que trocassem o colar. Fui muito bem atendida, pelo vosso colaborador (impecável na arte de negociar) que não estava presente no dia 20 de julho, com simpatia e profissionalismo. As peças que escolhi foram mostradas, experimentei, andei a reconhecer peças que são «memórias». Os dois colares foram mostrados, o colar foi trocado (como é lógico!). Solicitei o valor das peças que queria adquirir, sendo a soma: 992,00€ (Fatura/Recibo n.º 6/10063). Pedi que me fosse feita uma atenção. «Brinquei» com o facto de o meu aniversário ser a 29 de julho e esta compra ser um presente de mim para mim após um ano de trabalho imenso. O colaborador, mais uma vez mostrou o seu profissionalismo, informou-me que iria telefonar à sua superior. Perguntou se eu não me importava de esperar. Regressou e informou-me que não era possível efetuar qualquer atenção na aquisição das peças. Por momentos pensei....fazer o mesmo que no dia 20 de julho: agradecer o atendimento e sair. Fiz o contrário. Façam, a partir de hoje, uma reflexão. A rigidez não é boa para ninguém e em nenhuma situação. Estou feliz por terem recuperado duas lojas que tanto gostava de observar e fotografar e, também, por trazer a ARTE com tradição para o centro de Lisboa. Façam a diferença, também, no atendimento e nas indicações que dão aos vossos colaboradores. Enquanto estive na loja, alguém quis comprar um colar mas como não houve a tal arte de negociar, uma atenção, a venda não aconteceu! Façam com que sintamos vontade de regressar às vossas lojas. Aguardo a vossa resposta. Melhores cumprimentos. Célia Costa